1.450–1.900 m
A margem oeste, onde o lago modera a temperatura.
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Nenhuma origem corresponde.
Uma indústria de cafés especiais erguida quase do zero nos últimos vinte e cinco anos.
Ruanda cultivou café durante quase todo o século XX e vendeu praticamente tudo como commodity de baixa qualidade. A virada veio depois de 2000, com o investimento em estações de beneficiamento que permitiu aos pequenos produtores entregar cereja em vez de processá-la em casa — o conserto estrutural que permite a um país de talhões mínimos produzir lotes consistentes.
O resultado foi rápido e verificável. Ruanda passou de ausente no mercado de cafés especiais a uma origem que os compradores visitam todo ano, e a estação de beneficiamento — não a propriedade — é a unidade que aparece no pacote.
As províncias sombreadas contêm zonas de cultivo; o café ocupa apenas parte de cada uma.
A margem oeste, onde o lago modera a temperatura.
O sul do país, em torno do monte Huye: alto e de colheita tardia.
Colinas do norte, íngremes e frescas.
Limpo e floral, com acidez de laranja e maçã vermelha e um corpo notavelmente sedoso. Os melhores lotes chegam ao chá e à fruta de caroço. Ruanda também é conhecida pelo "defeito batata", uma xícara ocasional estragada por uma bactéria transmitida por inseto: afeta grãos isolados, não lotes inteiros, e uma seleção cuidadosa o mantém sob controle.
Cada voto nos mostra em quais páginas trabalhar a seguir.
Contornos dos países e relevo sombreado da Natural Earth, de domínio público.
Os marcadores de região indicam uma zona. Não são localizações de quintas levantadas no terreno e não devem ser lidos como tal.